Jovens recordam Experiência MAGIS de Inserção Sociocultural

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Jovens relembram participação na atividade – Experiência MAGIS de Inserção Sociocultural, no Centro MAGIS Anchietanum. A atividade integrou espiritualidade inaciana, formação sociopolítica e compromisso social

Centro MAGIS Anchietanum

Entre os dias 15 e 19 de janeiro, 14 jovens participaram da Experiência MAGIS de Inserção Sociocultural, realizada no Centro MAGIS Anchietanum, em São Paulo/SP.A iniciativa teve como objetivo promover uma vivência integradora de espiritualidade inaciana, formação sociopolítica e compromisso social. Em parceria com o SEFRAS, os jovens realizaram a experiência na Casa Franciscana, Chá do Padre e Serviço Franciscano de Apoio à Reciclagem – Recifran.

Depoimentos

Estandarte Casa Franciscana Cambuci

Para começar o estandarte que demos para a Casa Franciscana Cambuci, pensamos em palavras-chave que usaríamos para descrever o que vimos e sentimos na nossa experiência: o icônico dominó que reunia o pessoal e foi responsável por criar bons vínculos, a escuta como parte importante do nosso cotidiano, a música como forma de expressão e alegria, os abraços que trocamos, as histórias que tocaram nossos corações, a esperança que mantivemos acesa, os livros nas estantes, os caminhos que se cruzaram, a tão querida e aguardada refeição de todos os dias e a família que se cria nos afetos da casa. Também desenhamos alguns ícones de elementos que estavam presentes no dia a dia, como as fichinhas de vale-refeição, os talheres, os filmes, o dominó, o chuveiro, os talheres, a caixa de som e o tambor que entoava as músicas. Destacamos a bandeira LGBT+ pela presença de muitos e muitas da comunidade na casa, e o desenho do doguinho pela representatividade pet.

Estandarte Chá do Padre

Decidimos representar itens que marcaram nossa experiência, como o colete amarelo dos voluntários que usamos com tanto orgulho a semana toda, a caneca do Chá que ajudávamos a organizar, encher e distribuir, a paçoca do jantar que marcou nossa experiência de diferentes formas, e o bolo quentinho de fubá que ganhamos do pessoal da cozinha no final de um dia de trabalho e que nos fez sentir acolhidos e abraçados. Usamos cores vivas para refletir a alegria e o amor do nosso grupo pelo Chá do Padre. Também quisemos registrar as cidades do pessoal do grupo, marcado pela diversidade e união entre os lugares: o Farol Santander de São Paulo, o Cristo Redentor do Rio de Janeiro, e o ipê amarelo de Goiânia. Por fim, fizemos questão de registrar o sentimento mais forte que sentimos no Chá do Padre, gratidão! Criamos nosso estandarte com muito carinho, para agradecer de coração a eles por tudo que vivemos, aprendemos e recebemos deles.

Estandarte do Recifran

Quando idealizamos nosso estandarte, trouxemos um misto de sensações, palavras e principalmente objetos que nos marcaram durante essa caminhada no Recifran. Para iniciar, não podíamos deixar de contemplar o SEFRAS, que através da sua logo, permite que todo esse processo ocorra, por meio do seu suporte e amparo para quem colabora com o projeto e aos assistidos, que lá estão. Por isso, o símbolo da reciclagem, que traz a tona, não apenas o processo manual do que eles realizam no Recifran, mas também, ressignifica suas vidas, através desse processo, uma vez que todo o resíduo recebido ganha nova forma e possibilita que todos ali, possam ter um novo destino e forma, possibilitando a reinserção financeira e social. No período em que estivemos juntos no projeto, algumas peculiares se tornaram marcantes, muito por conta dos desafios ali encontrados, mas por detalhes, como a questão da música, que conecta quem está ali, não só por representar um jeito de descontração, mas lhe propõe união e diversão, gerando uma das falas que mais nos marcaram:  “sem música, sem trabalho”; Além disso, as luvas dão importância e significação através do trabalho manual, que rege a atividade no espaço, pois nos previne no momento de separação dos materiais, nas possibilidades do que será feito, dando nova forma e sentido, bem como em suas vidas. O caminhão representa a oportunidade, a esperança e as estradas da vida, uma vez que é através deles que os resíduos chegam, e representa ao novo destino, garantido que possam conquistar seu tão sonhado dinheiro, possibilidade de aberturas, de conquistas pessoais e de uma nova rota. A panela representa a dignidade e o sustento físico, uma vez que através das refeições vindas da cozinha, eles podem ser nutridos de corpo até a alma (Teogastronomia) e obter forças para seguirem suas caminhadas. Por fim, o quebra-cabeça, que conecta as nacionalidades, dos voluntários que passaram por ali recentemente, que representa a integralidade de todos nós que fomos acolhidos no Recifran, como também o encaixe e amizade social, formada por nos, como grupo e amigos, que realizamos nosso projeto de voluntariado, mas que criamos laços invisíveis para a vida.

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