Centro MAGIS Anchietanum realiza Escola da Fé para jovens

Compartilhe
Facebook
X
LinkedIn
WhatsApp

“Toda celebração cristã é memorial da Páscoa de Jesus Cristo e, nesse sentido, contém elementos de festa pascal. Entretanto, para que as comunidades cristãs e cada pessoa possa realmente fazer da sua vida uma Páscoa contínua, cada ano a Igreja retoma o costume de consagrar com mais intensidade um tempo especial para preparar e celebrar a memória da morte e ressurreição de Jesus” destaca Pe. Creômenes, SJ.

 Robson Oliveira via Centro MAGIS Anchietanum  

Na noite do dia 13 de março, o Centro MAGIS Anchietanum reuniu virtualmente, 30 jovens para um tempo de aprofundamento e reflexão sobre o Mistério Pascal, como fundamento da fé cristã. O principal objetivo da Escola da fé para jovens foi aprofundar a história, a dinâmica e o modo de vivenciar o mistério pascal a partir do tríduo pascal.

O professor da Universidade Católica de Pernambuco e jesuíta, Pe. Creômenes Maciel, SJ, provocou os presentes a pensarem o Tríduo Pascal como uma celebração que perpassa três dinâmicas: A páscoa da Ceia, a Páscoa da Cruz e a Páscoa da Ressureição. Deste modo, segundo o assessor, “fala-se da sexta feira como memória da paixão, do sábado como descida à sepultura e do domingo como memória da ressurreição”.

Primeiros cristãos

Em sua reflexão, Pe. Creômenes, retoma que no tempo dos apóstolos, as comunidades celebravam a Páscoa dominical com uma vigília que começava com leituras, salmos, orações e culminava, ao amanhecer, com a Eucaristia. O domingo era o grande dia da Páscoa. O Concílio Vaticano II reafirma isso quando diz que a Igreja celebra o domingo “segundo a Tradição Apostólica, que tem sua origem no mesmo dia da ressurreição de Cristo” (SC 106). Assim, a celebração do Mistério Pascal está no centro da “memória” que a Igreja faz do seu Senhor.

Partilhas de Fé

Além das inúmeras reflexões e provocações, a Escola da fé proporcionou inúmeras partilhas e ressoares da experiência de fé, e da vivência do mistério pascal dos e das jovens participantes.

Luis Gustavo da Silva Joaquim, Seminarista da Diocese de Jaboticabal, destacou que a Escola da Fé para jovens o ajudou em dois aspectos: pessoal e pastoral. No pessoal, ressaltou que a forma leve e profunda com que foi conduzido o momento formativo proporcionou elementos para que pudesse se preparar melhor, espiritualmente, para celebrar o Tríduo Pascal. Já no aspecto pastoral, a Escola da Fé trouxe elementos para que pudesse trabalhar e ajudar as equipes litúrgicas na vivência e na dinamização das celebrações do Tríduo.

Para a jovem Patrícia Mitsuko Mashiba, participar da Escola da Fé foi importante para entender como tudo isso começou e, consequentemente, ressignificar o Tríduo Pascal. “Assim, viver esse período de forma mais profunda e, sobretudo, amar e servir”.

Junto com as inúmeras reflexões, aprofundamento e provocações, a Escola da Fé para jovens quer ser esse espaço de formação, troca e vivência da nossa fé no Ressuscitado. O encontro marca o também o lançamento de dois materiais disponibilizados pelo Centro MAGIS Anchietanum para ajudar a experiência comunitária e orante do tríduo pascal.

Tarde de Espiritualidade – Março 2026

Guiados(as) pela campanha “Pela vida de todas as mulheres”, da Rede Inaciana de Juventude – MAGIS Brasil, somos convidados(as) a olhar para Maria, que não foi acolhida pelo seu povo, e para tantas “Marias” de nosso tempo que continuam sendo excluídas. Gesto concreto: Materiais de higiene e alimentos não perecíveis, destinados à Pastoral do Imigrante, […]

Exercícios Espirituais para jovens reúnem mais de 100 pessoas em Itaici  

No tradicional Mosteiro de Itaici, jovens de diversas regiões do Brasil trocam o agito do carnaval pelo mergulho na espiritualidade inaciana e pelo projeto de vida 

Perpetuinter reúne jovens para consagração definitiva em SP 

Encontro no Centro MAGIS Anchietanum aprofundou os conselhos evangélicos com jovens formandos da Vida Consagrada 

Experiência MAGIS fortalece fé e compromisso social dos jovens

Vivência formativa e espiritual promoveu convivência simples e serviço nas fronteiras sociais de São Paulo